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NA MÍDIA/NOTÍCIAS

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O Orkut lançou nesta quinta-feira (14) o “MegaCity”, jogo social que permite aos usuários criar cidades virtuais. Desenvolvido pela empresa Vostu, o game possibilita ao internauta “decorar” os municípios com artigos tipicamente brasileiros, como quiosque de praia e carrinho de coco.

Com design voltado ao público brasileiro, além de construir cidades o usuário precisa interagir com outros jogadores e conquistar terrenos para avançar.

“Criamos um jogo com itens bem brasileiros para que os jogadores se identifiquem com o MegaCity encontrando coisas de seu cotidiano”, afirmou Daniel Kafie, executivo da Vostu.

Apesar de focado no público nacional, o game pretende ser concorrência ao “CityVille”, aplicativo similar bastante popular entre usuários do Facebook. A versão em português do jogo, por exemplo, conta com quase 200 mil fãs na rede.

 

 

 

 

 

Na última segunda-feira (18), a marca Arezzo informou em seu perfil no Twitter (@Arezzo_) que está recolhendo das lojas as peças da nova coleção “Pelemania”. A grife foi alvo de fortes críticas nas redes sociais, onde usuários denunciaram a crueldade com os animais para extração das peles e propuseram boicote à marca.

No Facebook, a página “Boicote Arezzo” já conta com 2.175 participantes. A foto do grupo é a montagem de uma modelo com a carcaça de um animal após ter sua pele arrancada – o slogan “Aqui está o resto do seu casaco de pele” completa a imagem.

Já no Twitter, a marca Arezzo chegou ao topo dos Trending Topics na última segunda-feira, com mais de 18 mil menções ao longo do dia, segundo a ferramenta Topsy.

“A Arezzo entende e respeita as opiniões e manifestações contrárias ao uso de peles exóticas na confecção de produtos de vestuário e acessórios. E, por respeito aos consumidores contrários ao uso desses materiais, estamos recolhendo de todas as nossas lojas as peças com pele exótica em sua composição”, tuitou o perfil da Arezzo no microblog.

“Não entendemos como responsabilidade da Arezzo o debate de uma causa tão ampla e controversa”, defendeu-se a grife.

No entanto, o presidente e fundador do grupo, Anderson Birman, afirmou à Folha de S.Paulo que o uso de pele de animais é tendência mundial para o inverno. “Em todos os editoriais de moda de todas as revistas do mundo, inclusive nas brasileiras, esse fenômeno do uso de peles está sendo veiculado. Todas as marcas estão usando, é uma tendência forte”, argumentou Birman.



 

 

Um infográfico de autoria de um site norte-americano relaciona os prós e contra do uso das mídias sociais pelos estudantes. Com origens estudantis, como no caso do Facebook, as redes de relacionamento online são cada vez acessadas pelos jovens.

Nos Estados Unidos, por exemplo, 96% dos estudantes fazem uso do Facebook, rede criada por um grupo de universitários, encabeçado por Mark Zuckerberg. O estudo, feito com base em informações do site Online Education, mostra algumas discrepâncias do uso das novas mídias.

No comparativo entre Twitter e Facebook, enquanto o uso do primeiro estimula o desempenho acadêmico, a rede de Zuckerberg vai na contramão das notas.

Em outro ponto, o infográfico mostra ainda que, se por um lado o Facebook favorece o apego a “boas vibrações”, o uso em excesso da rede pode levar ao narcisismo. A informação é do site Brand Flakes for Breakfast.

 

Um estudo divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Ibope Nielsen Online revelou que a morte de Osama Bin Laden rendeu mais comentários nas redes sociais se comparado ao casamento do príncipe britânico William com Kate Middleton.

De acordo com o levantamento, na segunda-feira (2), um dia após o anúncio da morte, mais de 227.501 mensagens em sites como Twitter e Facebook citavam o nome do líder da Al Qaeda e articulador dos atentados de 11 de setembro de 2001. O casamento real, ocorrido na última sexta (30), gerou 141,130 mensagens.

Ainda segundo o Ibope, a morte do terrorista somou 375 mil mensagens entre o domingo e a última quinta-feira (5).

Com os jornais dando destaque às repercussões do caso, o fim do líder da Al Qaeda continua gerando boom nas redes. No Facebook, um grupo, por exemplo, criou uma página no intuito de somar 10 milhões de “petições” pela exibição de fotos que comprovem a morte de Osama.

 

Uma pesquisa realizada pelo Responsibility Project mostrou que têm aumentando o número de pais que permitem o acesso ao Facebook pelos filhos na faixa entre 10 e 12 anos. Para 17% dos adultos entrevistados, não há problema em liberar o acesso aos pré-adolescentes.

“Mais e mais pais estão permitindo que seus filhos tenham acesso a uma conta no Facebook ou tenham mais atividade online em idades cada vez menores”, afirmou Janet Taylor, da Liberty Mutual, instrutora clínica de psiquiatria.

A médica ressalta que o resultado reflete os novos tempos, mas pondera que é necessário saber “como melhor utilizar as redes sociais”.

No geral, cerca de 44% dos pais de adolescentes limitam o tempo de acesso dos filhos nas redes.

 

Com mais de 500 milhões de usuários cadastrados, o Facebook é “febre” entre os adultos. Das pessoas entrevistados, 90% acima dos 18 anos utilizam o site frequentemente. A informação é da Reuters.

 

Pela primeira vez em sete anos o Orkut está mudando seu logotipo. O anúncio foi feito pelo blog oficial do site na última terça-feira (17). “Estamos anunciando o nosso novo logo, magenta, mais encorpado, mais ousado e, esperamos, mais maduro”, afirma Susan Taing, da equipe de Marketing do Orkut.

O novo logo e alguma mudanças de design já foram aplicadas na rede social. As alterações podem ser visualizadas em um slideshow na comunidade oficial do Orkut.

O post ainda informa que um novo tema de fundo foi lançado e pode ser adicionado neste link.

A mudança acontece em um momento delicado para o Orkut. Segundo relatório divulgado pelo site comScore em março, a rede social do Google estacionou em crescimento, enquanto o Facebook cresceu 159% no Brasil desde março de 2010.

No mesmo mês de 2011, o Orkut teve 32,4 milhões de visitantes únicos no Brasil, contra 17,9 milhões do Facebook.

 

 

Um estudo realizado pelo instituto norte-americano de análises Pew Research Center revelou que as redes sociais motivam usuários a participarem de atividades políticas. Com base em entrevistas com 2.255 adultos do país, a pesquisa concluiu que sites como Facebook, Twitter e LinkedIn ajudam na hora de fazer amigos e se engajar em ações em prol do bem comum.

“Houve muita especulação sobre o impacto das redes sociais. Grande parte dela se focou na possibilidade de os sites prejudicarem os relacionamentos interpessoais e de afastarem as pessoas dos acontecimentos ao redor”, afirmou o autor do estudo, Keith Hampton. Segundo ele, porém, a pesquisa mostrou justamente o contrário, que pessoas assíduas nas redes sociais “mantêm relações mais ativas e são mais propensas a se envolver em atividades cívicas e políticas”.

Ainda de acordo com o estudo, as redes sociais têm motivado cada vez usuários a participarem de movimentos com finalidade política. Para 57% dos entrevistados, sites como Twitter e Facebook influenciam internautas a tentarem mudar o voto ou opinião de amigos virtuais.

Na última segunda-feira (25), um grupo organizado assaltou uma loja da Victoria’s Secret em Georgetown, Washington (EUA). Segundo o britânico Daily Mail, a ação foi organizada pelo Twitter e Facebook e ocorreu semelhante a um “flashmob”.

O assalto preocupa a polícia americana, já que assaltos organizados nas redes sociais estão se tornando uma tendência. Outros três casos parecidos aconteceram nos EUA no mês de julho.

“O que aconteceu aqui durou cerca de 20 segundos”, contou o policial John Hedgecock em entrevista ao Daily Mail. A polícia afirma que a ação de várias pessoas facilita a ação, pois um primeiro grupo distrai os funcionários que estão atendendo os clientes, enquanto os outros realizam o assalto de forma relâmpago.


O jornal Folha de S.Paulo divulgou um dado que reforça ainda mais o poder das redes sociais no contato direto entre consumidor e empresa. De acordo com a publicação, reclamações a instituições feitas pelo Twitter são respondidas em prazo até 8,4 mil vezes mais rápido se comparado ao usual Procon. 


A eficácia pode estar atrelada ao simples fato de que, ao invés do contato bilateral dos chamados "call-centers" (entre o cliente e um operador que responde pela empresa), mensagens nas redes sociais são públicas e podem gerar repercussões que "arranham" as imagens de instituições até então consolidadas no mercado. 


Recentemente, um consumidor da Brastemp usou o Twitter e o canal de vídeos Youtube para demonstrar sua insatisfação com um produto da marca. Ao reclamar nas redes dos sucessivos defeitos da geladeira e a dificuldade em encontrar uma solução ao problema, conseguiu colocar o nome da empresa no chamado Trending Topics do Twitter (temas mais comentados). 


Abaixo segue a lista do tempo de resposta redes sociais x Procon


Twitter: resposta entre 5 min. e 2 horas; resolução do problema em até 24h


- Facebook: resposta entre 30 min e 6 horas; resolução em até 24h


- Chat: resposta em até 5 dias úteis; resolução em mais de 5 dias úteis


- 0800: resposta em até 5 dias úteis; resolução em mais de 5 dias úteis


- Procon: resposta em até 1 mês; sem prazo para resolução 

O designer Héctor Serrano criou um relógio que além de mostras as horas, mostra quanto tempo você gasta nas redes sociais como Twitter e Facebook. O relógio foi criado para a exibição Slow Tech e se conecta por Wi-Fi ou 3G para conseguir as informações do usuário. Confira o vídeo abaixo.

Fonte: Adverve.


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