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NA MÍDIA/NOTÍCIAS

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A ex-senadora Marina Silva (PV), configura-se como um pontapé para o novo cenário da política nacional. Mesmo ausente do segundo turno, disputado por José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), difundiu o uso das mídias sociais como forma de mobilização e propagação de ideias, formando um movimento intitulado “onda verde”.

Valendo-se da abertura legal para o uso das chamadas “novas mídias” nas disputas políticas, Marina encontrou nas redes sociais uma ferramenta permanente e eficaz de campanha, frente aos valores astronômicos obtidos por tucanos e petistas no período eleitoral. Enquanto a “verde” declarou R$ 24 milhões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os gastos de Serra e Dilma somaram mais de R$ 300 milhões no mesmo período.

Com o abismo entre os gastos de campanha, ganhos do Fundo Partidário e tempo de exposição na TV e rádio, o PV encontrou nas redes sociais uma plataforma orgânica e prática para obter simpatizantes às causas da candidata.

Marina conta com mais de 100 mil fãs no Facebook, contra 38 mil da página do ex-governador José Serra. No Twitter, a “onda verde” atingiu mais de 393 mil seguidores, números superiores aos da agora presidente Dilma Rousseff.

Site de mensagens curtas que vem se tornando popular no Brasil, o Twitter também funcionou como centralizador na campanha da verde. Os eventos “Sala de Marina”, onde especialistas discutiam temas propostos pela candidata, foram transmitidas ao vivo pela rede, gerando interação entre eleitor e político.

Além da mobilização e a consolidação da “causa verde”, a campanha de Marina ainda abriu parâmetros para as doações online.  No período eleitoral foram arrecadados 168 mil através da internet. Pouco se comparado ao R$ 24 milhões obtido no total, mas um caminho próspero às próximas disputas.

Em recente palestra no Campus Party, em São Paulo, Marina atribui o desempenho nas eleições à atuação nas redes sociais. Autora do blog “Minha Marina” – que funcionou como agregador do conteúdo de campanha, a ex-senadora conseguiu mais de 19 milhões de votos, despolarizando o eleitorado e sendo apontada como uma das responsáveis pela existência do segundo turno na disputa presidencial.

De forma geral, o "case" Marina Silva serve como parâmetro de atuação nas novas mídias. De forma contínua, as redes sociais funcionam como um canal direto com o eleitor, elevando o diálogo e monitorando a imagem do político na internet, meio acessado por 81 milhões de brasileiros. Em períodos não eleitorais, o uso planejado e freqüente das ferramentas na Web faz com que ideais permaneçam no imaginário da população, criando ações permanentes, não apenas restritas aos períodos eleitorais.

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Durante o I Congresso Iberoamericano sobre Redes Sociais, realizado na Espanha, a responsável pelo processo de internacionalização do Twitter, Laura I Gómez, tentou acabar com a polêmica sobre a classificação do serviço de microblogs. Segundo ela, o site é “uma rede de informações”.

“Twitter não é uma rede social, não implica ter relação entre usuários. É uma rede de informação”, disse Laura. Na ocasião, a profissional pôs em dúvida o protagonismo do Twitter na mobilização egípcia, que culminou com a destituição do presidente Hosni Mubarak, no governo por três décadas. “(...) Não é uma revolução tuiteira. É uma revolução social. Converte-nos em cidadãos do mundo”.

A rede de microblogs possui atualmente mais de 200 milhões de contas registradas e totaliza, diariamente, envio de mais de 110 milhões de mensagens.

Com informações do jornal El País.

 

As redes sociais encontram na propaganda política um negócio lucrativo, visando candidatos, comitês de campanha e grupos de interesse para captar parte dos bilhões de dólarres gastos com anúncios eleitorais nos Estados Unidos, onde não há propaganda eleitoral gratuita.

Durante o ano passado o Facebook e o Twitter fizeram reuniões com centenas de grupos políticos para ensiná-los a usar estratégias eficazes de publicidade nas redes sociais. Também contrataram pessoal especialmente para trabalhar com as campanhas políticas a fim de adaptar os anúncios a eleitores específicos e captar verbas publicitárias.

Quando o candidato de oposição Mitt Romney, do Partido Republicano, escolheu Paul Ryan para vice, em agosto, o grupo de pesquisas de oposição American Bridge 21st Century, ligado ao Partido Democrata, quis chamar a atenção para o seu novo site, MeetPaulRyan.com, que faz críticas ao candidato.

A American Bridge, que já estava em contato com o Twitter sobre como fazer circular rapidamente seus anúncios políticos, decidiu comprar um anúncio no site de microblogs para promover o MeetPaulRyan.com.

O anúncio aparecia no topo da página do Twitter quando o usuário pesquisava termos como "Romney", "Paul Ryan" ou "vice-presidente". A mensagem, conhecida como "tweet promovido", apareceu cerca de 160.000 vezes, e quase 5.000 usuários do Twitter clicaram nela, informou a American Bridge, que desde então já comprou mais de duas dezenas de anúncios no Twitter.

Já do lado republicano, o Facebook lançou a campanha de Romney como uma das pioneiras em anúncios da rede social em celulares. A campanha é hoje uma das maiores compradoras de anúncios no Facebook para dispositivos móveis. Os anúncios, que aparecem perto das noticias e atualizações na página do usuário no Facebook, contêm links para a página de Romney e indicam quais amigos do usuário são fãs do candidato.

A campanha de Romney também comprou recentemente anúncios no Twitter, de modo que quando alguém procura "Obama" no Twitter.com, a postagem mais proeminente é uma crítica à política do presidente Barack Obama em relação a Israel.

Para as empresas Twitter e  Facebook, a propaganda política ainda não dá muito dinheiro. A firma de pesquisas Borrell Associates prevê que a propaganda política digital vai chegar a US$ 170 milhões este ano, mais de seis vezes o nível de 2008, mas ainda menos de 2% do total estimado de US$ 9,8 bilhões gastos para a eleição de amanhã, ainda dominada pelos comerciais de TV.

Executivos do Facebook e do Twitter disseram que agora é o momento de transformar a propaganda política em um grande negócio, já que os candidatos e outros agentes da máquina política de Washington em geral usam o Twitter e o Facebook para ficar conectados com os eleitores, atualizarem-se com as notícias e disputarem com os rivais.

Fonte:  The Wall Street Journal

A cerimônia do Oscar de 2011 que ocorreu no último domingo (27), teve sua transmissão essencialmente feita via Twitter. Durante a apresentação da 83° edição, um dos apresentadores, James Franco ou @jamesfranco, estava bem comprometido com os tuiteiros e sempre que podia publicava uma nova foto ou vídeo dos bastidores pelo celular.

Logo no início da cerimômia o perfil oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tinha cerca de 1.600 tuites por minuto relacionados ao evento. Durante a noite o número foi aumentando tanto que todos os Trending Topics mundiais no Twitter, os assuntos mais relevantes, eram refrentes ao Oscar.

Tuiteiros do Brasil e do mundo acompanharam ativamente a cerimômia, comentando, aprovando, xingando e fazendo piadinhas sobre as decisões da Academia.

Apesar deste ter sido o Oscar do Twitter, a rede social que ganhou prêmios foi o Facebook, que teve sua história contada pelo filme “A Rede Social” que ganhou 3 prêmios; roteiro adaptado, trilha original e edição. O prêmio de melhor filme ficou com “O Discurso do Rei”.

As informações são do portal Terra.

 

Por Liana Suss A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de que os candidatos a cargos eletivos não podem usar o microblog Twitter para se autopromover ou pedir votos até o dia 5 de julho está dando o que falar. Os ministros argumentam que, assim como o rádio ou a TV, o Twitter é um meio de difusão de massa e não deve ser exceção à lei que determina que o período de propaganda eleitoral tem início em 6 de julho. A medida foi aprovada por quatro votos a três no dia 15 de março. Alguns fatores importantes enfatizam a polêmica gerada pela decisão do Tribunal. A medida restringe a liberdade de expressão, direito básico da democracia moderna, que permite a qualquer cidadão manifestar livremente sua opinião. A subjetividade da lei e a dificuldade de fiscalização também são entraves à aplicação da lei. Muito dos pré-candidatos estão no exercício de cargo público atualmente e utilizam as redes para divulgar seu trabalho, prestar contas e incentivar a participação dos cidadãos. Isso seria punido por ser considerada autopromoção? Por meio do Twitter, o deputado federal e presidente do PPS, Roberto Freire, criticou a decisão do TSE. “Fere direito de livre expressão e é inepta pela incapacidade de se fazer cumprir: ditaduras que o digam!”, postou o parlamentar. O partido de Freire entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a decisão do TSE, que deve fazer apreciação imediata. Segundo o ministro Joaquim Barbosa, relator do caso, a relevância do assunto justifica a adoção do rito abreviado, que elimina a etapa da decisão individual. O presidente do supremo Ricardo Lewandowski, que votou com a maioria, disse que a liberdade de expressão dos eleitores estava garantida. "Os cidadãos que não estiverem envolvidos no pleito eleitoral podem se comunicar à vontade. O que não pode é o candidato divulgar a propaganda eleitoral antes". A medida determina multa entre R$5 mil e R$25 mil para os pré-candidatos que a violarem. Os pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo Fernando Haddad (PT), José Serra (PSDB) e Soninha (PPS) concordam que a rede não deve ser usada para pedir votos, mas têm posicionamentos divergentes quanto à proibição. Haddad, que não tem conta no Twitter, é a favor; Serra diz que a questão deve ser “examinada”, já Soninha foi categórica quando disse que a decisão é uma “hipocrisia”, criticou o TSE e afirmou que os pré-candidatos não podem ser obrigados a omitir suas opiniões políticas na rede. “É ridículo querer adiar uma discussão sobre propostas para a cidade”, afirmou. E ainda alfinetou: “Não se pode mais falar de campanha eleitoral nas redes sociais antes de julho. Mas ‘trolar’ o TSE ainda pode, né? Até porque eles não sabem o que isso significa”.

 

A participação da presidente Dilma Rousseff no programa “Mais Você”, exibido na Rede Globo, ganhou destaque nas redes sociais. Gravado na última segunda-feira (28), a presença da petista foi exibida nesta manhã. À apresentadora Ana Maria Braga, Dilma falou sobre a vida pessoal, expectativas e ações de governo e comentou a sensação em se tornar a primeira mulher presidenta do país.

Segundo Dilma, ser presidente é “como se todos os dias eu tivesse que escalar o Everest”. “Não tem dia que você não tenha uma porção de problemas para resolver”.

Às 11h32, a presença da petista ocupa os primeiros lugares entre os temas mais comentados do Twitter. As hashtags #maisvoce, #Ana Maria Braga e # Presidente Dilma figuram nos Trending Topics (TT’s).

Além de política e economia, a chefe do executivo brasileiro ainda conversou com Ana Maria Braga sobre temas pessoais, como família e câncer, doença que a presidente e a apresentadora tiveram que enfrentar.

Com informações do G1.

 

 

A TweetReach, empresa especializada em análise de dados no Twitter, mapeou a repercussão da cerimônia do Oscar no microblog, no último domingo (27). Segundo dados da companhia, 388.717 usuários geraram 1.269.970 tweets relacionados ao Oscar.

Um infográfico divulgado pela empresa revela que o pico de mensagens foi durante a exibição de um Autotune com filmes de sucesso em 2010, quando foram gerados 11.780 tweets por minuto. Curiosamente, a entrega da estatueta de melhor filme – que foi para “O discurso do rei” – foi apenas o quinto momento de maior repercussão no Twitter.

Já a mensagem com mais retweets foi a do perfil humorístico @TheOnion, que "cobrou a aparição" dos personagens de Toy Story 3 na cerimônia. Confira abaixo o infográfico (ou em alta resolução neste link):

 

A rede social Google Plus atingiu os 170 milhões de usuários em todo o mundo. A informação foi divulgada pela gigante de buscas durante anúncio de novo visual do serviço de comunicação. Segundo reporta o Mashable, os números correspondem a quase o dobro de usuários de janeiro. Entre as “top redes sociais”, o Plus figura na terceira posição, abaixo dos líderes Facebook (70milhões) e Twitter (500 mi), mas já supera o LinkedIn (150 mi). Por outro lado, considerando as visitas mensais, o Google +passa a ser o 6º colocado. A controvérsia ainda atinge os chamados “usuários ativos”. Enquanto Larry Page afirma que a rede possui 100 milhões, dados da comScore afirma que a rede social tem 23,1, contra 158 milhões do Facebook.

A Autoridade de Padrões de Anúncios, entidade responsável pelo setor publicitário no Reino Unido, vai controlar as palavras usadas pelas empresas no Twitter e Facebook. A medida teve início na última terça-feira (1).

Segundo informa a BBC, a regra se estende a todo conteúdo nas redes, desde frases e posts até publicidade. Atualmente a fiscalização é feita apenas nos anúncios pagos. A medida é feita após inúmeras reclamações de usuários, envolvendo abuso nas ações de marketing nas redes sociais.

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (7) pelo instituto comScore mostra a liderança do Orkut entre os usuários de redes sociais do Brasil. No mês de agosto o serviço registrou 29,4 milhões de visitantes únicos, contra 12,5 mi do Windows Live, que ocupa a segunda posição.

 
A terceira colocação do ranking ficou com o Facebook, com nove milhões de visitas. Entre as redes sociais, o Twitter, com 8,6 milhões, foi a que registrou melhor crescimento se comparado ao mês anterior. Em setembro do mesmo ano, o serviço fora visto por pouco mais de quatro milhões de internautas.

O estudo ainda revela que os brasileiros passam 20% do tempo utilizado na internet com as redes sociais. Ao todo, foram mais de 1,5 mil minutos no mês, tempo superior a um dia. O Orkut, com 275 minutos, também ocupa a liderança no ranking. A informação é do site IDG Now.

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